Em tempos modernos

Nesses dias de férias, em casa, sem nada pra fazer pensei e escrevi diversas coisas. Uma delas surgiu de uma conversa que tive, há um tempo, com minha prima Andrea, sobre “carinhas” e relacionamentos. Ao invés de refletir e escrever um monte de baboseiras apenas inventei uma história:   

Mariana e Sandro se conheceram na faculdade. Ela fazia Artes Cênicas; ele, Música. Encontros casuais pelos corredores, sorrisos, conversas, trocaram e-mails e telefones.  Mariana namorava há alguns anos, mas não via nada de mais em fazer novas amizades. 

Sandro era atencioso, divertido e em pouco tempo a amizade entre os dois foi ficando mais intensa. Ele se ofereceu para ensiná-la a tocar violão.

As tardes agradáveis ficaram constantes e logo o interesse entre eles ficava evidente. Mariana era alegre, sorridente, sua beleza e naturalidade encantaram o rapaz. Sandro também era bonito aos olhos dela, o olhar expressivo, a barba por fazer, o sorriso tímido… Ela sentia-se importante ao seu lado, ele a ouvia, a compreendia, conversavam sobre tudo, tinham muito em comum.

Mariana não demorou muito para perceber essa nova paixão. Logo, passou a questionar seu relacionamento e depois de uma briga rompeu o namoro de muitos anos.

Alguns dias depois, se encontrou com Sandro para as aulas de violão. A música, as mãos, os olhares, logo estavam envolvidos em um beijo ardente, repleto de desejo. Ela se entregou, deixou que seu corpo falasse por si, fazia tempo que não senti a tanto prazer. Tudo foi muito rápido, mas inesquecivel para ela. Os dois se encontraram mais uma vez e foi ainda melhor.

Só que aparentemente sem motivos, Sandro sumiu, não atendia ligações, não respondia aos e-mails, simplesmente a ignorava. Ela não queria explicações, nem cobrar algum compromisso, o desejava e queria apenas estar em seus braços novamente. Mas nada…

Eles não mais saíram juntos, se encontraram apenas nos corredores na faculdade, só olhares, nenhuma palavra. Ela não reatou o namoro porque percebeu que não havia mesmo mais amor. Hoje está solteira, não pretende se casar, nem ter filhos. Em tempos modernos, só quer curtir a vida e ter sucesso profissional.

Mais um coração partido… É o tempo do desapego. Viva ao coração de pedra! Nada de romantismo. Tudo pelo prazer, o que vale é a diversão…

 Como disse: isso não aconteceu, mas poderia ter acontecido. Enfim… qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência!

2 Responses to “Em tempos modernos”


  1. 1 Dan Cassolato 15/08/2009 às 19:39

    Prefiro não comentar…………rsrssrsrsr

  2. 2 Débora 17/08/2009 às 12:22

    Rsrs. Certas coisas é melhor mesmo… rsrs


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