Vejo flores em você…

mulher+flores

Segunda-feira foi o feriado de finados, o dia dos mortos. Essa data sempre foi um dia triste, no qual as pessoas costumam ir ao cemitério levar flores para enfeitar túmulos, ir à missa rezar para aos que já se foram e se entristecer com cada lembrança, ou no caso do orientais acender incensos aos antepassados. Já fiz essas coisas, já levei flores, já fui à missa e até acendi incenso para alguém que eu nunca conheci.

Hoje, não vou mais ao cemitério, há um lugar que é mais do que uma caixa de concreto, um monte de cimento com placas de identificação e talvez fotos, esse lugar é repleto de saudade, amor e boas lembranças e é nele, no meu coração que carrego as flores do amor e da saudade aos meus avôs. São nas lembranças felizes e saudosas que me aproximo deles, são nas pequenas ações do dia a dia e nas grandes conquistas que lhes dedico meu amor e minha gratidão por serem parte de mim e viverem em meu coração.

Contudo, finados não é mais uma data triste, pois de uns anos pra cá coisas realmente importantes e felizes aconteceram. Dia 02 de novembro passou a ser uma data que faz com que eu me sinta ainda mais viva e ressuscite sentimentos e pensamentos possivelmente mortos dentro de mim, como o amor, a alegria, a esperança e a vontade de viver… de viver feliz comigo e com você!

Feriado: cerveja, amigos e cinema

Passei por uma longa semana de muito serviço por causa do dia das crianças: lembrancinhas, cartões, brincadeiras, teatro, brinquedos… acabaram comigo! Sexta-feira eu mais parecia um zumbi, a esposa do Dracula, ou algo parecido… e ainda tive que trabalhar no sábado (odeio reposição de aula, bendita gripe suína…).Mas depois da tempestade… um merecido fim de semana e um belo feriado!! Que na verdade não foi tão belo assim, as coisas nem sempre saem como o planejado, mas enfim…

Um descanso no sábado à noite; cerveja, amigos e namorado no domingo e um cineminha pra terminar a segunda. Eu mais que indico o filme ao qual assisti: Bastardos Inglórios. Pra quem gosta de Quentin Tarantino… violência gratuita, muito sangue e uma boa dose de risadas. Destaque para a atuação de Brad Pitt, que sem sombra de dúvida merece papéis cômicos como esse. Muito melhor ao papel  que concorreu ao Oscar em “O curioso caso de Benjamin Button”… filme chatinho esse, viu… lembrou-me Jack (não sei o que) só que ao contrário…

Bom, criticas de cinema à parte,  boa semana pra vcs e assistam vale à pena!

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Mais uma vez amor…

Relacionamento é mesmo complicado, por mais que duas pessoas se gostem sempre haverá problemas, intrigas, opiniões diferentes que certamente ocasionará em uma briga.  Todo e qualquer casal briga, se não algo também está fora do normal. As pessoas são diferentes e sempre será assim. Contudo, é possível amenizar a situação, abrir mão de alguma coisa nem que seja a própria razão. Eu não ligo de “engolir sapos”, já suportei várias coisas na tentativa de ficar tudo bem. Sei que não sou a única, que já fizeram e ainda fazem isso por mim.

Por amor a gente se anula, vivemos exclusivamente para quem amamos ao ponto de esquecemos quem somos; o que queremos; pra onde estamos indo… Mudamos a direção de tudo, dos pensamentos às ações.

E quando tudo acaba? Pra onde vamos? Eu não sei, porque ainda não acabou e não vai acabar, espero. Faço tudo outra vez se for preciso, a única coisa que espero é o mesmo pensamento…

Só uma coisa me magoa: perceber que não queremos as mesmas coisas, que não temos os mesmos sonhos. Talvez isso nos complete, talvez nos afaste, talvez não precise sonhar, mas só respeitar, não sei… Veremos…

 Você diz que não me conhece… Mas quem conhece alguém por inteiro? Nem eu mesma me conheço porque estou sempre mudando… E não deveria ser assim? Algo que não muda é meu amor; sempre o mesmo, às vezes mais, às vezes menos, mas sempre amor!

 Deixo aqui o poema mais conhecido, cantado, recitado de todos os tempos:

Amor é fogo que arde sem se ver

Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luis de Camões

 

*Bom fim de semana (e feriado) para todos! Só pra mim que ainda não, eu trabalho amanhã (o que não faço por uma hora extra…)

Faz quase um mês

Já faz um tempo que eu não escrevo nada aqui. Aliás, faz um tempo que eu não faço tanta coisa que eu gostaria de fazer. De todas, o que eu realmente preciso é pensar um pouco mais em mim. Não deixar o nervosismo, a correria dos meus dias afetarem minha saúde física e mental. Estou tão cansada, sem ânimo, até sem forças. É tanto esforço, tanto trabalho que por mais que eu tente não estou conseguindo dar conta do recado. Ás vezes, nem sei se vale à pena me preocupar tanto, nem todos dão valor. Tem gente que faz muito menos e tem muito mais… Mas o que sei é onde quero chegar e, por mim, preciso agüentar.  

É meu desabafo, a libertação de parte dos meus sentimentos. Momentâneos logicamente, porque tudo muda; eu espero.

Bom, nesse tempo longe muita coisa aconteceu, diversos assuntos surgiram em minha mente, mas se perderam. Hoje não quero falar sobre nada polêmico nem muito profundo, preciso de leveza… Quero mesmo é humor… Posto aqui um vídeo de um grupo de humoristas que eu adoro (apesar de nunca ter ido ao uma apresentação, só assisti a uns trechos no youtube, mesmo) e que como uma boa estudante de Letras só poderia falar de Língua Portuguesa… Acho que muita gente já deve ter visto, porque é um pouco antigo, mas “vale a pena ver de novo”. É dedicado ao Dinho que tem uma namorada chatinha e implicante…

Cuide de você

Tudo estava a favor de uma noite agradável, e foi. Mas não o suficiente pra tirar o vazio que insiste em permanecer dentro de mim. Pessoas amigas, risadas… conversas vazias, verdades ocultas. Nada existe, o que é exposto é apenas um papel, uma encenação, como um ator que ensaia e convence… Real mesmo só o pensamento que por mais rodeios faça volta sempre ao mesmo ponto. Ah! Se percebesse meu olhar iria verdadeiramente me conhecer… palavras podem ser manipuladas, ou ditas apenas algumas verdades superficiais. Mas os olhos, esses não mentem, a postura, os gestos inconscientes , delatores dos  nossos verdadeiros desejos e pensamentos. Mas a quem isso importa? Talvez nem a mim faça mais diferença, pode até ter feito um dia, mas hoje não mais! Não sou mais a mesma, mas quem sempre é? Mudaram as atitudes e mudarão também os sentimentos. Tudo o que nasce morre um dia, estou certa disso.

*****

Aproveito esse post, para falar de uma exposição que está acontecendo no Sesc Pompéia.  A artista francesa Sophie Calle, depois de receber uma carta de rompimento do namorado resolve pedir ajuda de diversas pessoas para interpretar a tal carta em forma de fotografias, poemas, etc. Achei interessante a proposta porque envolve algo bem doloroso que é o rompimento (ou a famosa dor de cotolovelo).  A exposição Cuide de Você ficará no Sesc até o dia 07 de setembro. O melhor é que é de graça.  Ainda não fui, mas pretendo ir esse final de semana.

“(…) Aquele que antes me mantinha com pés no chão.
Agora faz questão de ser o que me empurra para a imensidão (…)”
(Postado por Dandara Narimatsu no blog da mostra Cuide de você)

“Cada interpretação é uma máscara.
Cada máscara é uma forma de sentir.
Cuidar-se é assumir sua melhor face.”
(Leonardo Chioda, também no blog)

leonardochioda

E vem chegando a primavera

No post anterior eu falei da minha prima Andrea e neste vou contar o que aconteceu com ela, semana passada: na segunda-feira, saindo do Inglês, às 21:00 foi abordada por um assaltante. Ao tentar reagir ao assalto, ela acabou sendo ferida. Na verdade, não reagiu porque não queria entregar o carro ou a bolsa, mas porque o indivíduo queria levá-la junto. No desespero tentou sair do carro e o cidadão acertou sua perna. Graças a Deus ela está se recuperando, tanto do ferimento quanto do susto que levou… não deve ser fácil. (Dea, não sei se vai ler isso mas… te amo!)

Não foi o primeiro caso de violência que afetou minha família, há dez anos também em uma tentativa de assalto meu tio, Lamir,  foi baleado, e infelizmente faleceu. Foi um episódio triste que transformou nossas vidas, como não poderia ser diferente. Graças a Deus e ao super anjo da guarda que a Dea tem, nada de muito grave aconteceu, mas tudo poderia ter sido diferente.

O engraçado é que a gente pensa que essas coisas nunca vão acontecer com a gente… vê na televisão, lê no jornal, ouve no radio… parece normal. Mas quando vê de perto, sofre com esse tipo de coisa é bem diferente. Nos fazem pensar o quanto nossa vida é banal, insignificante. Você faz planos pro futuro, mas nem sabe se vai voltar pra casa à noite, se estará vivo no dia seguinte. Sei lá, vai chegar um dia que será impossivel viver em cidades grandes. Serão construídos, cada vez mais, grandes condomínios que englobe residência, lazer e trabalho. As pessoas viverão cercados por enormes muros, cercas elétricas, vigiados por diversas câmeras e seguranças. É… talvez nem isso dê certo, talvez haja vandalismo e violência mesmo assim… vai saber. 

Mas a verdade é que eu estou cansada de tudo isso: do trânsito, da sujeira, da intolerância das pessoas, do vandalismo, da violência, da indiferença, do consumismo, da banalidade… estou pensando em me mudar, mas pra onde? Será que existe um lugar que essas coisas ainda não chegaram lá?

Como sempre, eu coloco uma letra que retrate meus sentimentos. Eu gosto de música, acho que deu pra perceber…

Perfeição (Renato Russo)

Vamos celebrar
A estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja
De assassinos
Covardes, estupradores
E ladrões…

Vamos celebrar
A estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso estado que não é nação…

Celebrar a juventude sem escolas
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião…

Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade…

Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta
De hospitais…

Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras
E seqüestros…

Nosso castelo
De cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda a hipocrisia
E toda a afetação
Todo roubo e toda indiferença
Vamos celebrar epidemias
É a festa da torcida campeã…

Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar o coração…

Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado
De absurdos gloriosos
Tudo que é gratuito e feio
Tudo o que é normal
Vamos cantar juntos
O hino nacional
A lágrima é verdadeira
Vamos celebrar nossa saudade
Comemorar a nossa solidão…

Vamos festejar a inveja
A intolerância
A incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente
A vida inteira
E agora não tem mais
Direito a nada…

Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta
De bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror
De tudo isto
Com festa, velório e caixão
Tá tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou
Essa canção…

Venha!
Meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão
Venha!
O amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera
Nosso futuro recomeça
Venha!
Que o que vem é Perfeição!

Em tempos modernos

Nesses dias de férias, em casa, sem nada pra fazer pensei e escrevi diversas coisas. Uma delas surgiu de uma conversa que tive, há um tempo, com minha prima Andrea, sobre “carinhas” e relacionamentos. Ao invés de refletir e escrever um monte de baboseiras apenas inventei uma história:   

Mariana e Sandro se conheceram na faculdade. Ela fazia Artes Cênicas; ele, Música. Encontros casuais pelos corredores, sorrisos, conversas, trocaram e-mails e telefones.  Mariana namorava há alguns anos, mas não via nada de mais em fazer novas amizades. 

Sandro era atencioso, divertido e em pouco tempo a amizade entre os dois foi ficando mais intensa. Ele se ofereceu para ensiná-la a tocar violão.

As tardes agradáveis ficaram constantes e logo o interesse entre eles ficava evidente. Mariana era alegre, sorridente, sua beleza e naturalidade encantaram o rapaz. Sandro também era bonito aos olhos dela, o olhar expressivo, a barba por fazer, o sorriso tímido… Ela sentia-se importante ao seu lado, ele a ouvia, a compreendia, conversavam sobre tudo, tinham muito em comum.

Mariana não demorou muito para perceber essa nova paixão. Logo, passou a questionar seu relacionamento e depois de uma briga rompeu o namoro de muitos anos.

Alguns dias depois, se encontrou com Sandro para as aulas de violão. A música, as mãos, os olhares, logo estavam envolvidos em um beijo ardente, repleto de desejo. Ela se entregou, deixou que seu corpo falasse por si, fazia tempo que não senti a tanto prazer. Tudo foi muito rápido, mas inesquecivel para ela. Os dois se encontraram mais uma vez e foi ainda melhor.

Só que aparentemente sem motivos, Sandro sumiu, não atendia ligações, não respondia aos e-mails, simplesmente a ignorava. Ela não queria explicações, nem cobrar algum compromisso, o desejava e queria apenas estar em seus braços novamente. Mas nada…

Eles não mais saíram juntos, se encontraram apenas nos corredores na faculdade, só olhares, nenhuma palavra. Ela não reatou o namoro porque percebeu que não havia mesmo mais amor. Hoje está solteira, não pretende se casar, nem ter filhos. Em tempos modernos, só quer curtir a vida e ter sucesso profissional.

Mais um coração partido… É o tempo do desapego. Viva ao coração de pedra! Nada de romantismo. Tudo pelo prazer, o que vale é a diversão…

 Como disse: isso não aconteceu, mas poderia ter acontecido. Enfim… qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência!

Faze o que tu queres…

Você  (Raul Santos Seixas / Cláudio Roberto Andrade De Azevedo)
Você alguma vez se perguntou por quê?
Faz sempre aquelas mesmas coisas sem gostar
mas você faz.
Sem saber por quê
Você faz e a vida é curta!

Por quê deixar que o mundo
lhe acorrente os pés
Finge que é normal estar insatisfeito
Será direito, o que você faz com você
Por quê você faz isso por quê?

Detesta o patrão no emprego
sem ver que o patrão sempre esteve em você
e dorme com a esposa
Por quem já não sente amor

Será que é medo
Por que
Você faz isso com você

Por quê você não para um pouco de fingir?
e rasga esse uniforme que você não quer
mas você não quer
Prefere dormir e não vê
Por que você faz isso!
Por quê será que é medo?
Por que você faz isso com você.

São perguntas que muitas pessoas deveriam fazer a si mesmas… olhar para si, para os seus sonhos, desejos. Refletir sobre suas ações e o que elas fazem da sua vida! Devemos acreditar mais em nós mesmos, percebermos que somos capazes, correr atrás da tal felicidade, ela não cai em nossas mãos…  A vida é curta: “Faze o que tu queres há de ser tudo da lei”

A Gripe e a volta às aulas

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Em meados de maio o mundo ficou sabendo de um vírus que começava a se espalhar, o H1N1. Em alguns meses a coisa piorou e como medida preventiva, o governo resolveu adiar a volta às aulas.  Não que eu não tenha gostado de ficar em casa mais alguns dias (é sempre bom!), mas achei essa medida um pouco equivocada. Bom, eu não sou médica, mas minha mãe é e acha que é um pouco de exagero… não é mais fácil orientar os alunos que estão doentes a ficarem em casa? Afinal onde vão e o que fazem os alunos se não estão na escola? Com o frio que está fazendo a parques é que não vão; mas sim aos cinemas, aos shoppings ou aos clubes escola criados pela prefeitura, em que ficam aglomerados da mesma maneira. Sei lá posso estar sendo um pouco ignorante, mas existe maior aglomeração que a estação Sé às 6 horas da tarde? Acho que se é para evitar “contato” entre as pessoas, deveriam sugerir que a população não ande mais de ônibus, nem de trem, nem de metrô, não vá ao banco, ao supermercado, nem aos shoppings, não vá à baladas, micaretas (haja “contatos” nesses lugares, hein!!!) Como isso não vai acontecer só me resta aceitar e esperar os dias passarem pra depois correr contra o tempo.

Enfim, esse é só um ponto de vista…

Quem inventou o amor?

 Nessas semanas muitas coisas aconteceram, mas enfim se acertaram; sentimentos surgiram e se foram… só ficou uma pergunta: Quem inventou o amor????

Antes Das Seis (Legião Urbana)

 Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Vem e me diz o que aconteceu
Faz de conta que passou
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Daqui vejo seu descanso
Perto do seu travesseiro
Depois quero ver se acerto
Dos dois quem acorda primeiro
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Enquanto a vida vai e vem
Você procura achar alguém
Que um dia possa lhe dizer
-Quero ficar só com você
Quem inventou o amor?

Renato Russo não respondeu, ninguém conseguirá responder… eu nunca vou entender,  mas continuarei a amar mesmo assim; talvez com medo de me machucar, mas nunca de me entregar!!!  O amor muda as pessoas, deixa a vida mais colorida, o que dói é a falta dele e a ausência de quem se ama. Tantos momentos juntos, anos, vidas jogadas fora? NÃO! Vidas bem aproveitadas, momentos felizes que ficarão pra sempre. Eu amei, eu amo, eu amarei. Adoro o verbo amar e tudo de bom que ele proporciona.

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